Travis Touch mostra eficiência mas não substitui traduções profissionais.

O dispositivo de tradução portátil chegou ao mercado com a proposta de traduzir 105 idiomas instantaneamente, mas isso não excluiu o fato de abandonarmos os cursos de idiomas.

O Travis foi superestimado no lançamento, mas isso não significa que seja um dispositivo ruim, ele traduz o que é falado em texto e em áudio. Por ser pequeno, possuindo apenas 11 cm de comprimento, 6 cm de largura, 1,6 cm de espessura e tela de 2,4″ se tornou um dispositivo muito útil em viagens, por conta da segurança que ele oferece. Quando vamos para outro país sem dominar nada do idioma, temos que nos comunicar com gestos, desenhos, o que nem sempre funciona, muitos optam por carregarem aplicativos de tradução nos smartphones. Contudo, em caso de roubo ou furto, perdemos muitas informações pessoais em nosso smartphone, o que não acontece com o Travis, pois ele não armazena suas informações.

Como foi esperado que o dispositivo substituísse traduções instantâneas em reuniões e congressos, não obteve um resultado tão positivo quando testado no Mobile World Congress, que aconteceu em Barcelona. As traduções demoraram alguns segundos, atrapalhando a fluidez da conversa, também houve erros gramaticais e algumas palavras faltando ou fora de contexto.

As traduções por meio desses dispositivos podem resultar uma ótima ferramenta em alguns casos, porém em outros pode ser que prejudique a sua marca e a sua relação com empresas do exterior, pois apenas um tradutor habilitado, entenderá o contexto e poderá melhorar a sua conversa com seus parceiros comerciais e clientes.

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